domingo, 6 de setembro de 2009

There is not future, there is no past.

Vou continuar a tomar o chá todas as noites, a gostar do pôr-do-sol, a dar abraços sem razão, a gostar de mimo, a ter saudades, e a cantar melodias do coração. Eu ainda tenho muitas ruas para andar, muitos sonhos para realizar, e o Mundo já não espera mais por mim. Eu disse que um dia apanharia a minha onda e iria longe, e é mesmo isso que vou fazer, vou apanhar a minha onda porque já não há mais por que esperar. Levo uma mala cheia de coisas boas, cheia de boas lições, cheia de vontades e cheia de pessoas maravilhosas, e é por isto que me têm de aceitar - já tinhas obrigação de saber que eu não estou "mais assim", sempre o fui-, porque eu sou tão transparente que não consigo esconder o que vai na mala.

Forget regret, or life is yours to miss. No other road, no other way. No day but today,
e hoje é o dia de eu ir.

quinta-feira, 3 de setembro de 2009

oh mana, nós amamos-te!!

Sabes que não tem piada bater mal se não estiver contigo, ou contigo e com a mãe, não sabes?
Sabes que até hoje (porque vou agora aqui dizer) ninguém sabia que eu não podia ser a última pessoa a falar antes de dormir, e que portanto és a única pessoa que diz "Falei!" ou que "fala" por cima do meu riso ou da minha tosse, não sabes?
Sabes que se não for por ti e por todo o amor que já nos deste que não faz sentido nenhum saírmos de casa todas hot no sábado não sabes?
É bom que saibas isso, e que eu também não vejo o Mundo sem ti, que és o meu Sol, a minha Chuva e essa coisas giras!
já disse que te amo, não já? Mas isso tu sabes.


(é eu sou assim, de vez em quando até digo coisas fofinhas!)

quarta-feira, 2 de setembro de 2009

Mimo aos outros corações *


Obrigada à Ariel do blog Little Mermaid's Sea que me ofereceu este selo todo fofinho :)
O objectivo é passá-lo a 5 blogs, postar a imagem do selo, referir o blog de quem passou o selo, avisar a pessoa a quem o oferecemos e pedir 3 desejos.
Eu ofereço o selo aos blogs:
* Heart Shaped Lives (que é um blog recente, mas já assim apaixonante)

(isto de só dar a 5 pessoas não dá com nada!)
A dream is a wish your heart makes, e portanto vou deixar os desejos no coração :)

segunda-feira, 31 de agosto de 2009

"Beneath the make-up and behind the smile,
I'm just a girl who wishes for the world."
marilyn monroe

domingo, 30 de agosto de 2009

My blueberry nights

Não gostas de rotinas, mas temos uma tradição. Vamos sempre ao mesmo café, aquele que tem pouca gente e que até tem umas boas torradas. Sentamo-nos sempre na mesma mesa, a segunda a contar da janela. Arrasto a cadeira enquanto pouso a carteira na do lado esquerdo e tu te sentas na minha diagonal. Pedimos o costume: uma torrada e mais qualquer coisa que acompanhe. Temos os dois o mesmo vício: comemos sempre a torrada do meio no fim, "porque é a melhor e toda a gente (devia) sabe(r) isso". Perco-me no tempo e nas histórias que dão corda ao relógio e fazem as horas passar. Conto-te as novidades enquanto me dizes que "não há nada para fazer" ou me contas a história do filme que viste ontem e que é de "bater mal". Perco-me no tempo e nas tuas histórias, nas minhas gargalhadas altas, nas torradas e no chá ou qualquer coisa que venha a acompanhar, e tenho a certeza que tu és dos que vai permanecer.

quinta-feira, 27 de agosto de 2009

Love with no warning.

Há alturas em que o coração quase nos salta do peito, dá voltas e mais voltas, seja por que razão for. Anda aos rodopios sem sentido, perdido em outros peitos, ou inundado de amor de outros corações. Aperta quando outro coração é despido e literalmente alargado por pessoas que materialmente percebem de assuntos do coração. Torce quando é devolvido depois de ter andado perdido noutros peitos, e de ter sido inundado de amor de outros corações. Espreme quando pensa nos outros peitos a que já pertence, e que vão para longe. Cresce quando volta a estar em paz. E volta a saltar do peito para dançar, e aquecer corações alheios, sem aviso.

How do I know I can come and give to you,
Love with no warning and find you alone.

sábado, 22 de agosto de 2009

Consequências da Ponte de Brooklyn.

Aprendi que todos os corações têm espaços: uns grandes, outros pequenos, uns fortes, eternamente ocupados e outros a feridos, vazios, a reciclar e reciclados. As pessoas pertencem a esses espaços. Passam dos pequenos para os grandes, ocupam eternamente os espaços ou abandonam-os, tornam-nos fortes e deviam ser poucas as vezes em que os tornam feridos. Há também espaços, os vazios - eu aprendi-, que mesmo vazios são ocupados. São ocupados pelas pessoas que não lhes pertencem, porque dói em qualquer coração ter um espaço vazio, e como tal, as últimas pessoas que ali pertenceram, são as que os ocupam, só para que o coração não doa tanto, mesmo que ali não pertençam. Aprendi que não devemos pensar demais sobre esses espaços, em breve serão novamente ocupados por outras pessoas, umas que pertencerão, e quem sabe não os deixarão vazios, mal ocupados. É bom quando nos lavam a alma, sabe a novo e a paz.
When you're crossing the Brooklyn Bridge, you forget everything and you just feel peace all around.

New York #1

That's New York: One day you're noone and nowhere,
The other you're a star in a big screen of Times Square.

estou de volta!

terça-feira, 4 de agosto de 2009

Time-Out.

[Leighton Meester]
Everybody's gonne surfin, surfin USA!

( já estava na altura do meu Time-Out! Boas Férias!)

segunda-feira, 3 de agosto de 2009

O amor é como o Sol, sabe renascer.

Leve com você, só o que foi bom.
Lembro de você, como acabou,
Mas não tem nada não,
Só guardo o que foi bom no meu coração,
O amor é como o Sol, sabe renascer.
Sinto o calor de mais um verão,
Tudo ganha cor, e de nada vai valer lamentar a dor.
São as quedas que nos fazem cultivar o nosso amor.
Pensar no futuro, e ser feliz.

terça-feira, 28 de julho de 2009

The world is a place called home :)

Quando eu for grande, vou (com a mana) para os aeroportos dar abraços às pessoas que chegam e não têm ninguém, e também às que chegam e gostam de receber abraços, tanto como eu gosto de dar. Vou deambular ao sabor do vento por esquinas de cidades onde moram sonhos que eu gostava de viver. Vou ouvir as pessoas na rua a contar histórias de amores proibidos, amores para sempre, amores à primeira vista, e tudo o que houver para contar. Quando for grande vou sonhar ainda mais com alma, vou viver ainda mais com o espírito livre. Gosto de pertencer ao Mundo e gosto que ele me pertença. Gosto de pessoas, de abraços, de amor e de paz - quem não gosta? Gosto de dar beijinhos e mimos, e fico feliz se os outros gostarem e quiserem mais. Quando for grande vou fazer um filme disso tudo, e vou ser muito, muito feliz. Avó, é isto que eu quero ser, quando for grande! Quero fazer os outros felizes!
A minha avó diz que não é por ir para a faculdade daqui por uns meses que deixo de ser o testo da panela (e eu não sabia o que era ser o testo da panela, mas a minha avó disse-me que era ser a mais pequena da família) que desde sempre a encheu de beijinhos, e que me vai continuar a perguntar o que quero ser quando eu for grande.

Por isso hoje eu acordei com uma vontade danada de mandar flores ao Delegado, de bater na porta do vizinho e desejar Bom-Dia, de beijar o Português da padaria.

sexta-feira, 24 de julho de 2009

You think you have forever, but you don't.

Hoje parei o relógio, fechei os olhos e olhei para trás. Já estava na hora de o fazer sem pressas e desassossegos grandes, sem medos, corações apertados, receios e lágrimas que teimam em caír, mas que hoje, quando parei o relógio, fechei os olhos e olhei para trás, não caíram. Olhei e lá estavam todas as vezes que decidi que era altura de fechar a maldita porta, e todas as vezes em que essa maldita se voltou a abrir - Karma-, todos os dilemas da razão / emoção que não valeram de muito - nenhum saíu vencedor, perderam(-se) os dois-, todas as cambalhotas do coração - ora para a frente, ora para trás, sem nunca saír do sítio-, todas as viagens de montanha-russa - que só serviram para me deixar enjoada-, todas as (an)danças em que o coração dançou e todas as que o fizeram caír, toda a necessidade de respirar novos ares - que (me) devolveram muitas vezes ao ambiente nefasto-, todos os "andares à chuva" com e sem piada, todas as excepções e as regras - o lado lunar-, todos os intermediários, todas as verdades que ninguém confessava, mas que eu as sabia - sou naïve qb, e o que se pensa que me escapou, fui eu que deixei passar ao lado-, todos os corações mudos e egoístas e todos os processos de reciclagem que no fundo não reciclam nada. Estavam também, e para o meu próprio bem, todos os corações alegres e cabeças despreocupadas, todas as vezes que o coração quis dançar até caír - que coincidência, caiu mesmo!- todos os fins de tarde que me desenharam sorrisos, todas as vezes que o Sol me aqueceu o coração pela felicidade que me inundava e preenchia o peito - Oh that sweetness of yours.
Com o relógio parado, guardei tudo o que havia para guardar nas gavetas a que pertenciam, dei outra vez corda ao relógio e fechei a porta - sim, aquela maldita-. Agora nem que me volte a doer o peito, vai voltar, a porta não volta a abrir. Já está tudo arrumado, e agora o tempo cura tudo o que há para curar.

Do you know, I can't remember the last time we kissed? Cause you never think the last time is going to be the last - you always think there will be more. You think you have forever, but you don't.
Grey's Anatomy

sábado, 18 de julho de 2009

O Sr. Bessa.

O Sr. Bessa tem uma sapataria mesmo no centro da cidade, mas não é sapateiro. É casado, tem duas filhas - também elas já casadas-, e três netas: uma da mais velha, e duas da mais nova. Todas as manhãs o Sr. Bessa acorda, toma o café com leite que a Dona Néné lhe faz e vai para o quintal "trabalhar". Desde que mudou de casa (para cima da sapataria mesmo no centro da cidade) que a sua rotina tem sido esta. Vai para o quintal e empoleira-se nas escadas, nas redes, nos ferros e quase nas árvores. (des)Arranja tudo o que outros vieram arranjar, diz que os trolhas fazem sempre tudo mal e que ele é que sabe como as coisas devem ser. O Sr. Bessa tem também uma paixão por pássaros, então constrói-lhes gaiolas grandes e espaçosas para que eles não fiquem loucos de estarem fechados, e cá para nós, eu acho que os pássaros também gostam muito dele. Depois de andar plo quintal, o Sr. Bessa vai até à sapataria ver se está tudo em ordem, e segue para o café habitual. Costuma ir sozinho, mas na rua toda a gente o conhece, por isso, arranja sempre companhia para o segundo pequeno-almoço. Abre a porta do café e dirigem-se logo para ele: O costume Sr. Bessa?, Claro menina, já sabe que eu não sou pessoa de variar. Por vezes senta-se numa mesa, ou então deixa-se ficar ao balcão a conversar com as senhoras que estão a trabalhar. No fim, volta à sapataria porque já está na hora de fechar para o almoço, e as raparigas que lá trabalham têm de ir à sua vida, assim como ele tem de voltar para casa a horas, porque a Dona Néné já tem o almoço pronto e não gosta de comer a comida fria. No fim do almoço, enquanto a Dona Néné acaba de se arranjar, o Sr. Bessa vai para o café onde esteve de manhã e a Dona Néné diz-lhe todos os dias que quando estiver pronta passa por lá. Já lá vai o tempo em que o Sr. Bessa e a Dona Néné iam juntos ao café. Os tempos agora são diferentes, os problemas de coluna já pesam e a paciência também já se esgota com facilidade, pois o Sr. Bessa não gosta de esperar e a Dona Néné gosta de andar sempre ao mesmo ritmo. Mas isso não interessa, acabam sempre por se encontrar no café e sentar um ao lado do outro, com o resto das amigas e amigos que todos os dias lá vão ter. Tomado o café, o Sr. Bessa volta à sapataria e a Dona Néné vai às compras ou fica pela sapataria a fazer companhia ou a ler uma revista. O Sr. Bessa tem a força e o espírito de um jovem num corpo já cansado e com marcas da idade, mas não é isso que o impede de não estar parado um segundo. Ora está na sapataria ou a conversar com alguém, ora está outra vez no quintal a (des)arranjar tudo o que outros vieram arranjar, porque os trolhas fazem sempre tudo mal e ele é que sabe como as coisas devem ser. Ao fim do dia, fecha a sapataria e vai para casa jantar, que mais logo é que é hora de fazer as contas, porque agora não pode deixar a Dona Néné à espera. Acaba-se o jantar, e agora que é Verão a Dona Néné vai até à casa da filha mais velha, porque a mais nova mora na casa de cima, e aproveita para dar um passeio, enquanto o Sr. Bessa vai até à Assembleia beber um copo de Vinho que segundo ele, vai directo ao coração. No final volta à sapataria para fazer as contas do dia e apagar as luzes, e antes da meia noite volta para casa porque a Dona Néné já vai dormir e ele não a quer acordar.

Para o meu avô,
o Sr. Bessa

sexta-feira, 17 de julho de 2009

a (minha) Artista!

a minha irmã é uma Artista!
e é A Melhor!

segunda-feira, 13 de julho de 2009

Karma is a b*tch!

Okay so sometimes, even the best of us make rash decisions - bad decisions. Decisions we pretty much know we're gonna regret the moment, the minute - especially the morning after. I mean, maybe not "regret" regret because at least, you know, we put ourselves out there but still, something inside us decides to do a crazy thing. A thing we know'll probably turn around and bite us in the ass yet we do it anyway. What I'm saying is; we reap what we sow. What comes around goes around. It's Karma and, any way you slice it, karma sucks.
Eu costumo dizer, e digo muitas, muitas vezes que, Everything happens for a reason; You never know tomorrow; In the end everything's fine and if it's not fine now then this is not the end; e recentemente concluí por mim mesma que Falling in love is easy, so forgetting and healing must be hard, otherwise, getting up would be as easy as falling, and love wouldn't mean nothing. Tudo isto resulta do Karma. Fazemos escolhas das quais nos podemos vir a arrepender, seguimos caminhos que podem não ser os mais correctos, mas tudo tem uma razão - quando se fecha uma porta, abre-se outra. Se calhar tinha mesmo de ser assim, a mesma porta não se abre duas vezes, mas esta teima em não abrir nem fechar de uma vez só. É o Karma! Sempre que esta porta vai fechar, o Karma volta a abri-la um bocadinho, eu curiosa, espreito por ela, e bem se sabe que a curiosidade matou o gato, pois novamente o Karma, volta a fechá-la, mesmo na minha cara para eu (voltar a) bater com a cabeça. Nunca sabemos o dia de amanhã, mas o Karma sabe, e por isso é que combinamos estar em determinados sítios, a determinadas horas sem saber o que o Karma nos reservou para o dia seguinte. As coincidências não acontecem por acaso, os encontros súbitos estão lá por uma razão, e é isso que o Karma nos quer dizer... talvez seja essa a forma de o Karma (me) fechar a porta.

One way or another our karma will lead us to face ourselves. We can look our karma in the eye or we can wait for it to sneak up on us from behind. One way or another our karma will always find us. No matter how hard we try, we can't escape our karma. It follows us home. I guess we can't really complain about karma. It's not unfair. It's not unexpected. It just evens the score. And even when we're about to do something we know will probably tempt karma to bite us in the ass well, it goes without saying, we do it anyway.
Grey's Anatomy

quinta-feira, 9 de julho de 2009

Going wild #1

Por este andar,EU é que fico Louca!

(para não ferir susceptibilidades, este post tem múltiplos sentidos, um dos quais apenas a minha irmã irá entender! O resto cada um sabe de si.)

quinta-feira, 2 de julho de 2009

Spoiled little girl.

I'm a spoiled little girl, and now what?

Girl, I know your type. You're daddy's little girl. Just take a bite, let me shake up your world.
Boy, I know your type. You're dangerous. But just one night couldn't be so wrong, you make me wanna loose control.

sábado, 27 de junho de 2009

The answer my friend, is blowing in the wind.

O meu pai pega na guitarra e começa por dedilhar qualquer coisa só para desenferrujar. Eu sento-me no chão, de pernas à chinês, ponho os olhos na guitarra e preparo-me para o ouvir com a maior atenção. Começa pelos Blues, passa por Bossa-Nova até que chega ao Folk. Dou comigo a olhar-lhe nos olhos quando ele me chama a atenção e diz que para aprenderes alguma coisa tens de olhar para a guitarra e não para mim. Num ápice volto a descer os olhos até ao braço da guitarra que já se confunde com o dele e assim que reconheço a música, canto. Perco-me nas letras que não estão muito bem sabidas e nos acordes que me fazem querer levantar do chão e esquecer que nunca sabemos o dia de amanhã. Dou comigo novamente a olhar-lhe nos olhos quando o meu pai me diz, não olhes para mim, olha para a mão esquerda. Desta vez não desço olhos num ápice, eu quero lá saber da mão esquerda Papá, eu gosto é de o olhar nos olhos quando está a tocar, vejo-o uns anos mais novo, com caracóis, túnicas e calças de linho, qual hippie dos anos 60, a percorrer as ruas de guitarra na mão com sonhos de um Mundo de paz e amor. Pois ficas a saber que de cada vez que pegas na guitarra, essa que carrega memórias e sonhos de um dia te tornares num mestre da música, qual Bob Dylan que admiravas, eu perco-me nas letras que não estão muito bem sabidas, e os acordes que tão bem conheces despertam em mim sonhos de percorrer as ruas de guitarra e máquina de filmar na mão, à procura de um Mundo de paz e amor, que eu sei existir, não fosse esse o Mundo que se vive e se sonha aqui em casa. Pergunto-te porque é que não perseguiste o teu sonho, e tu, sem pensares duas vezes, respondes-me, que perseguiste o teu sonho, que o teu sonho era o amor, e que esse, tu encontraste, que o teu sonho somos nós. Não tenho resposta para isso e limito-me a fechar os olhos e a perder-me nas letras que não estão bem sabidas e nos acordes que desta vez me fazem levantar do chão.
- Eu gostava de um dia encontrar o meu sonho como tu encontraste o teu. Mas gostava que o meu passasse por ruas que eu nunca pisei, pessoas que eu nunca conheci e que eu pudesse ajudar. Gostava que do meu sonho resultasse mais paz e mais amor. Gostava de encontrar o meu sonho e poder fazer do Mundo um lugar tão bom como a nossa casa.
- Ainda tens muito tempo, filha, e um Mundo inteiro à tua espera. E a nossa casa, é onde o coração estiver.

The answer my friend, is blowing in the wind. The answer is blowing in the wind.

sexta-feira, 26 de junho de 2009

Irmãos e Irmãs.

Era fim de tarde, percorríamos os dois aquela longa avenida, como já tantas vezes fizemos e que conhecemos melhor que a palma da mão. Eu contava-te histórias de quando tu te ausentaste e os meus medos do futuro, enquanto que tu me dizias para esquecer tudo isso e me passavas imagens de um lugar, que não este, de um pôr-do-sol, que não este, e de uma vida de espírito leve que voa com o vento. Era fim de tarde e percorríamos os dois aquela longa avenida. Partilhávamos sonhos e fazíamos planos para um futuro que não queremos longe. Pedíamos ao destino que nos fizesse dar à costa naquela praia, onde passaríamos as manhãs a fazer mergulho, as tardes a fazer surf, e nos sentávamos a ver o pôr-do-sol junto ao mar. As noites, dizias tu, passávamos na praia com os nossos amigos, imagina como seria Mariana, e eu fechava os olhos, via todas essas imagens à minha frente e por momentos senti os pés saírem do chão.
A minha mãe diz que somos irmãos de barrigas também elas irmãs, e é verdade. Que por muito que tu te afastes de nós, nunca acabas por saír, e voltas sempre. Porque tu também tens um espírito livre, e tu também vives na paz, e quando estás comigo, a percorrer aquela longa avenida, como já tantas vezes fizemos e que conhecemos melhor que a palma da mão, pertencemos os dois ao vento.

quinta-feira, 25 de junho de 2009

You never know tomorrow...

It might all be gone.